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Cinco animes de 2016 que você só não viu se esteve em coma!

Título sensacionalista? Sim, obrigada! Mas eu acho muito válido, porque consegui escolher os cinco animes do ano que foram mais assistidos e melhor votados naquela plataforma que adoramos e usamos muito, sabe qual é? Isso mesmo, o My Anime List. Além disso, esses animes foram aqueles que ajudei muito com o hype ou que o hype bateu na minha porta e… eu me escondi no cantinho da sala, encolhida, e esperei ele passar porque… deu um medo aí e tal, viu. E desses animes que tive medo de enfrentar o fandom, convidei uns especialistas para falar sobre!

O intuito da postagem é um mini-rank dos animes do ano de 2016 que tiveram o hype mais alto e que… se você NÃO assistiu é porque ou estava em coma ou… foi recrutado para o exército de capivaras do Sky e esteve treinando no meio da floresta sem acesso à internet ou pessoas. Sabem que é por isso que o Sky nunca sabe quais são os memes do mês ou as notícias mais impactantes, né?

Vou deixar de enrolação e partir para a descrição (rimou) dos cinco animes! E, se você está lendo essa postagem, espere por mais conteúdo semelhante! Estou montando uma série de postagens para sair em torno do AFS Podcast de número 100! Todos relacionados ao ano de 2016, que foi especial para a staff atual do site. Aproveitem! Comentem!

P.S.: A ordem da postagem é a ordem de lançamento dos animes!

BOKU DAKE GA INAI MACHI (ERASED)

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Estreiou na primeira temporada do ano, a Winter lá em janeiro. Baseado em um mangá de 8 volumes (44 capítulos) que terminou, inclusive, duas ou três semanas antes da exibição do anime. Os 12 episódios foram animados pela A-1 Pictures e cobriram sim toda a história do mangá. Conta a história de Fujinuma Satoru, um mangaká fracassado com um “poder especial” que vive em Tokyo com o dinheiro que consegue fazendo bicos… até que tudo muda quando sua mãe é assassinada e ele volta no tempo? “O quê? Viagem no tempo? Como assim!?”

Não… não é bem assim. Lembra que ele tinha um poder? Então. Ele mesmo chama o poder de Revival, porque ele meio que revive um pequeno momento, nada muito longe do ponto no espaço-tempo em que ele já está vivendo. Só que, o que acontece com a mãe dele é tão significante que… ele volta muito, mas muito, tempo com esse poder. Basicamente, ele volta a ser criança. E o resto não vou contar porque… ou você já viu e quer uma opinião e por isso está lendo, ou acabou de acordar do coma ou entrar em férias do exército do Sky e ainda vai assistir o anime e não quer spoiler.

O hype que rolou com esse anime, meu Deus! Agora, não sei se foi só a rede social que eu estava vivendo nessa época mas, toda quinta-feira era uma loucura. Abrir a TimeLine para ver o que os amiguinhos estavam postando às quintas era pedir pra tomar spoiler do episódio inteiro na cara. Cada semana que se passava, a quantidade de prints só aumentava, assim como a quantidade de pessoas se juntando ao hype. E é claro que eu fazia parte disso. Claro que eu contribuía com o aumento de postagens sobre o anime, semanalmente.

Enfim. Eu gostei do final não, einh. Meu shipp não deu certo! A Kei ficou uma semana cantando vantagem porque, finalmente, em anos, o shipp dela deu certo e o meu deu errado. Chateada… Só não fiquei triste porque todo o desenvolvimento foi muito legal. O personagem é humano mas, ao contrário de certos protagonistas de certos animes dessa postagem, não é burro. O Satoru meio que recebe a chance de fazer as coisas outra vez, melhor ou pior e… talvez por ser adulto, por ter mais maturidade, por ter vivido aquilo tudo uma vez (mesmo não lembrando claramente), calcula o que fazer e consegue alcançar um resultado que ele gosta. Pra mim, o que te prende no anime, além de todo o negócio do poder especial que é muito interessante e o que o Satoru está tentando evitar, é o modo como a história é contada: os finais de cena são sempre instigantes; o mistério se mantém mesmo quando o personagem lembra o que aconteceu ou sabe o que vai acontecer com quem porque… o futuro muda. Seria muito mais dramático se qualquer atitude que tomasse não mudasse seu “destino”? Sim, seria. Mas a esperança que você tem ao saber que o futuro pode mudar, que nada impede a sua vida de ser melhor… é uma das melhores coisas.

RE:ZERO KARA HAJIMERU ISEKAI SEIKATSU

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Eu não sei. Só sei que até hoje o mundo se divide entre Rem-waifu e Emilia-waifu. Enquanto isso, eu prefiro aquele vilão com voz de Kirito, cérebro de gelatina (porque pra dizer “meu cérebro está tremendo” tem que ser algo assim) e nome de constelação. Risos.

Re:zero começou na temporada de primavera, terminando com 25 episódios junto com a temporada de verão. A história segue o menino Subaru, que vive sua vidinha de NEET sem muitas emoções… até que (prepare-se para plot típico de anime com Isekai no nome ou nos gêneros) anda para dentro de um mundo de fantasia. É, anda. Ele tá caminhando tranquilamente pela rua e quando percebe, está em outra dimensão. O negócio diferente desse anime, em comparação com outros de premissa semelhante, são os “save points”: se o seu boneco Subaru morre, volta para o último local seguro em que esteve; vamos dizer assim, porque eu não sei qual é a medida de tempo usada para determinar o local de volta…

Então ele vai para um mundo de fantasia e quando morre pode voltar para um determinado local e refazer o que deu errado… mas no quesito protagonista burro, o Subaru tira um 10 fácil. Eu sei que é difícil superar uma morte, principalmente a sua, deve ser muito perturbador sentir a morte e… não morrer. Ou melhor, morrer e voltar. Mas nem isso é explicação pra algumas das “decisões” que esse menino toma, e eu sei que essa é a minha opinião e vocês são livres para discordar, inclusive, discordem nos comentários. Eu vou responder.

A última coisa que queria falar sobre esse anime é o hype que o pessoal fez. Foi forte ao ponto de você estar de boas, vivendo sua vida em qualquer rede social que fosse e chegar alguém, mudar o assunto da sua conversa ou te colocar no meio da briga (sim, era sempre briga, não fui a nenhuma conversa amigável dessas) e basicamente acabar com o seu dia. Quer dizer, no meu caso não, né, porque sou da zoeira. Pra começar briga comigo precisa me ofender muito, se disser que minha opinião é um lixo nem dá nada. Mas, na semana do episódio conhecido como “A Rem é uma ótima pessoa, Subaru seu lixo humano” (eu inventei isso agora), vi gente chorar de raiva porque estavam falando mal da Emilia e adorando a Rem como se ela nunca tivesse existido antes. Primeiro: galera, vamos ser menos falsos. Segundo: Chora mesmo, briga mesmo! Tem que defender o que acha certo! Terceiro: não, nem gosto de colocar mais lenha na fogueira… não é do meu feitio.

BOKU NO HERO ACADEMIA por Steph.

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Que pequena criança nunca sonhou que super-heróis existissem de verdade? Bom, com certeza não as do universo de BokuHero. Nesse universo, cerca de 80% da população mundial possui algum superpoder, chamado quirk. Algumas pessoas seguem uma vida normal, outras, obviamente, são super-heróis ou supervilões. Nosso protagonista, Midoriya Izuku, sempre sonhou em ser um herói e, no entanto, é um dos poucos azarados que não têm quirk. Um dia, ele (usa hack e) conhece All Might, seu grande herói, que escolhe nosso jovem e esforçado Midoriya para ser o herdeiro de seu quirk e, assim, poder entrar na maior escola de super-heróis: UA.

Eis aí um battle shounen com uma segunda temporada muito merecida. Apesar de curta, a primeira temporada (que estreou na spring de 2016 e teve 13 episódios) conseguiu introduzir muito bem a história, o universo e os personagens. É divertido, tem clichês bem executados, boa animação e uma arte diferente. O uso das cores é bastante interessante porque lembra comics de heróis, que certamente influenciaram bastante o autor do mangá. Além disso, os personagens são aqueles velhos conhecidos clichês, goste você ou não. Particularmente, achei a maioria bem carismático, principalmente o Midoriya (ou Deku) e o literalmente explosivo Kacchan (comentário da Kei: OH MEU DEUS, KACCHAN! <3). Aliás, o que os personagens têm de clichê, seus quirks e como são usados têm de criativos. A lista é enorme: vai desde força e eletricidade até sapo, fio p2 saindo da orelha e bolas grudentas no lugar do cabelo.

SHOKUGEKI NO SOUMA S2 por Steph.

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Como poderia o Master Chef dos animes ter apenas uma temporada? Tem ecchi, batalhas épicas, facas, foodgasms, tensão, fogo, foodporn, arte bonita, te dá fome…E a segunda temporada eleva todos os elementos da primeira à 15ª potência (OK, nem tanto assim). Afinal de contas, estamos no meio das Eleições de Outono, cujos primeiros colocados têm grandes chances de serem os próximos a entrar para a Elite dos Dez.

Por ter apenas 13 episódios e adaptar um número proporcionalmente grande de capítulos, a segunda temporada é consideravelmente mais apressada que a primeira. Cada uma das batalhas dura cerca de 1 episódio. Apesar das batalhas serem bastante tensas, o que as torna mais interessantes é o processo de preparação dos personagens: escolha de ingredientes, teste de receitas, uns aconselhando os outros…Vê-los se esforçando pra superar cada novo desafio e a si próprios é muito interessante. Fora que as explicações culinárias continuam bastante apuradas e relativamente enxutas, conseguindo agradar tanto quem tem interesse pela área quanto quem não tem interesse algum.

HAIKYUU!!:
Karasuno Koukou VS Shiratorizawa Gakuen Koukou por Sky.

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O hype deste anime no Japão foi muito grande, pelo simples fato de o final da segunda temporada ter mostrado uma jogada suprema. Também após isso, o mangá começou a vender mais, o que refletiu na melhora de animação e dublagem para a terceira temporada, que, como todos sabem, cobre o jogo da final do campeonato regional entre Karasuno e Shiratorizawa em 10 episódios.

A melhor característica dessa temporada com poucos episódios e focada apenas em um jogo é que toda a emoção de cada lance está mais presente, assim como a relação dos protagonistas é melhor visualizada. A temporada não é nem um pouco enrolada por cobrir um jogo apenas, é completamente fiel ao mangá.

O anime faz parte da lista por conta de sua clara popularidade, passando-se na última temporada do ano, outono, que fecha com chave de ouro um objetivo colocado desde o primeiro episódio: mostrar à província que os corvos podem voar novamente e que devem ser temidos. As emoções e a adrenalina estão em todo lugar, e, a cada ponto você tem a impressão de estar assistindo à final do mundial de vôlei ou algo do gênero. Entre os animes de esporte da nova geração, Haikyuu é um que merece ser acompanhado e tem tudo para evoluir mais ainda na etapa do nacional. Então, que venha a quarta temporada!

Acabou que os especialistas não são tão detalhistas (ou desnecessários, quem sabe) quanto eu. O que isso significa? Que as partes que eu escrevi são astronomicamente maiores que as deles… mas, quem não esperava que eu escrevesse demais? Vocês me conhecem! Sabem que eu sempre escrevo muito. Dessa vez meu objetivo era colocar vocês dentro do hype que eu vi, e acho que consegui fazer isso muito bem com BokuMachi, pelo menos.

Bom, era isso. Eu sei que vocês conhecem pelo menos de nome todos esses animes. Porque foram os mais populares do ano inteiro! Segundo o MyAnimeList, claro.

Para encerrar esse ano, então, eu quero saber duas coisas:

  1. Desses 5 animes, qual vocês mais gostaram? Obs.: Para essa pergunta você tem o direito de falar se não gostou de algum dos animes e por quê.
  2. No geral, do ano inteiro, qual foi o melhor anime?

Acho que já passamos de “Feliz Festas” mas… eu preciso afirmar que 2016 tá acabando em toda postagem! Obrigada por lerem, comentem, voltem no ano que vem!

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Sobre Renata Alexandra

Renata Alexandra
Eu sou uma garota viciada em revisão de português, então por isso eu fiz o teste para o cargo aqui no AFS, e depois para vários outros sites... Atualmente sou podcaster, fazedora oficial de postagens de cast, faço pautas e captura de áudio nas horas vagas e a parte mais importante da trilogia (de quatro pessoas) da Brigada RMR.

Um Freak gritou para o Mundo!

  1. Bruce Augusto

    anime?

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