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Coluna: Pokémon – Uma história de sucesso! [Parte 02/03]

Aye!! Uma semana se passou desde a última matéria e eu estou de volta para a segunda parte das três matérias especiais sobre Pokémon! Semana passada falamos sobre o início da série, dos primeiros games, da primeira e segunda geração e do sucesso imediato. Agora vamos passar para a terceira geração e começaremos…

Agora!!!

Após o sucesso inegável das versões Gold, Silver e Crystal, a Game Freak e a Nintendo já não tinham mais tanto tempo para cuidar da marca Pokémon, que não se resumia só à videogames e sim à um monte de outras coisas, que vão desde pequenos brinquedos até parques temáticos gigantescos. Por isso, foi necessário que a marca tomasse um rumo próprio, sendo criada a The Pokémon Company, empresa que começou a cuidar de tudo o que era relacionado com os monstros de bolso.

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PokéPark (clique na imagem para ampliar)

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Mas algum tempo se passou e a Nintendo anunciou o lançamento de um novo console, que seria parte de uma nova geração, que iria substituir o Game Boy Color. Dessa vez, a idéia era trazer gráficos mais avançados para os portáteis e a Nintendo resolveu que o novo console se chamaria Game Boy Advance.

Pokémon, que já estava ficando um pouco ultrapassado no Game Boy Color não ficou para trás e, rapidamente, teve um lançamento à altura do novo console. Dessa vez, em sua terceira geração de monstros. Um novo continente foi criado, 135 monstros foram adicionados, somando um total de 386 pokémon. As novas versões se chamaram Pokémon Ruby e Sapphire e trouxeram aos jogadores uma nova visão do mundo Pokémon, muito mais complexa e, ao mesmo tempo, divertida. O terceiro jogo, em edição especial, lançado um pouco depois foi a edição Pokémon Emerald, que continha diversas novidades, como a famosa Battle Frontier, que tornou-se mais uma das fases “Filler’ do anime.

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Porém havia um problema. O número de monstros era muito grande e o mapa existente no jogo não permitia que se pudessem capturar todos e, com isso, era impossível completar a famosa Pokédex (ter todos os monstros do jogo devidamente capturados) mesmo utilizando sistemas de trocas. É claro que isso foi feito propositalmente pela Nintendo, que já planejava algo.

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A franquia Pokémon aproximava-se dos dez anos de existência e, a Nintendo e Game Freak, espertíssimas, resolveram lançar um remake das primeiras versões da série, Red e Green. As novas versões Pokémon FireRed & LeafGreen possibilitariam a captura de diversos monstros impossíveis em Ruby, Sapphire e Emerald, de forma que os jogadores só poderiam completar a tão sonhada Pokédex se tivessem os cinco cartuchos em conjunto. Eles já sabiam que teriam sucesso nesse lançamento e o resultado não foi diferente do esperado.

Os cartuchos venderam tanto que atingiram a marca de jogos mais vendidos entre todos para Game Boy Advance e a Nintendo faturou horrores em todo o mundo com esses cinco cartuchos, que conseguiram até reviver a chama dos fãs brasileiros, fazendo até com que a série voltasse à ser exibida na televisão aberta daqui.

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Além disso, ela lançou jogos também para seu console de mesa (é assim que se diz?) da geração, o Game Cube, onde colocou os jogos Pokémon Colosseum, parecido com os antigos Pokémon Stadium’s, e o inovador Pokémon XD, que tinha alguns monstros exclusivos e permitia troca direta com qualquer uma das cinco versões portáteis da geração.

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Terminados os lançamentos pertinentes à terceira geração de Pokémon, a E3 (maior feira de games do planeta) anunciava a chegada de uma nova geração de consoles, de última tecnologia. Dentre os consoles, a Nintendo anunciou o primeiro videogame portátil com duas telas, sendo uma de touch screen, o Nintendo DS (ou NDS para os íntimos). Além disso, ela também anunciou um novo console que planejava revolucionar a jogabilidade de todos os jogos, que ficou conhecido na época como Nintendo Revolution, tornando-se mais tarde o atual Nintendo Wii.

No mesmo ano, a empresa já anunciava que Pokémon estava incluso nesses novos consoles e que eles iriam revolucionar mais uma vez. E assim começaram a surgir nos sites de Pokémon diversas informações sobre novos monstros, novos lugares, novos personagens, novos desafios… Enfim, um jogo totalmente novo com as inovadoras possibilidades que a tecnologia Wi-Fi oferecia.

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Algum tempo depois do lançamento dos novos consoles, a Game Freak finalmente terminou e anunciou as versões Pokémon Diamond & Pearl, com mais uma leva de 107 pokémon, totalizando 493 monstrinhos existentes nos jogos. Logo depois, ela lançou um jogo para o Nintendo Wii chamado Pokémon Battle Revolution, igual aos anteriores Stadium e Colosseum e, também, uma terceira versão, chamada Pokémon Platinum com algumas melhorias em relação ás anteriores.

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Vendo o sucesso que os remakes de Red e Green fizeram na geração anterior e que a dificuldade dos jogos era a mesma devido o grande número de monstros, eles resolveram continuar a idéia e lançaram dois novos remakes, mas dessa vez de Pokémon Gold & Silver. As versões HeartGold & SoulSilver tinham, nada menos, que um mapa enorme para se jogar, a possibilidade de dezesseis insígnias (que também existia na sua edição anterior) e mais um monte de outras novidades, que mais uma vez, venderam que nem água no deserto.

Com esse grande sucesso em quatro gerações, a marca Pokémon tornou-se muito forte no Japão e nos Estados Unidos por causa dos games muito bem vendidos e da série que atrai patrocinadores, de forma que a Nintendo e a Game Freak resolveram que uma nova geração será criada, dessa vez, sem acompanhar a geração de videogames, que ainda vai continuar por mais algum tempo.

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Groudon, Kyogre e Rayquaza (guardiões da versão Ruby, Sapphire e Emerald respectivamente)

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É claro que muitas novidades virão por aí, mas ísso é assunto para a próxima e última matéria da série que está contando a história de sucesso de Pokémon. Fiquem ligados!

Até a próxima!

Comentários:

01) Há tempos eu queria ter lançado uma matéria contando a história de Pokémon. Esse comentário só está nessa porque a fase de games RSE (Ruby, Sapphire e Emerald) foi uma das melhores, na minha opinião. Foi onde eu descobri que Pokémon, antes de ser um jogo “kawaii” é um jogo que exige muito senso de estratégia dos jogadores.

02) Eu ainda vou fazer Cosplay de Equipe Rocket. Alguém quer fazer um grupo de Cosplay?

03) Semana que vem eu prometo que termino essa overdose de Pokémon no AFS, apesar que eu estou gostando muito desse assunto.

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