Mais de 8000: Drih, a random multi nomes

Haha, momentos de reminiscência… lembrar de uma história muito boa, divertida e rica que só existe graças ao fato de esse site existir também…

Bem… se eu tiver que dizer um momento em que a minha história com o AFS começou, eu diria que foi em 16 de dezembro de 2009. Perguntas a serem feitas sobre isso: “1) por que 16 de dezembro de 2009?” E “2) Como diabos você sabe dessa data, criatura? oO”. A resposta para as duas é bem simples: foi a data em que eu escrevi o primeiro email para o site. Sei disso porque guardo todos os emails que escrevo num arquivo de Word no meu pendrive. xD Isso é um vício de uma época em que não tinha internet na minha casa, e por causa disso precisava escrever emails, comentários e afins em arquivos como esse para mandar pelo computador da faculdade. Acabei não deletando o arquivo mesmo quando finalmente deixei de ser uma excluída digital, e agora mesmo estou lendo as bobagens que escrevi.

Sempre fui do tipo que não poupa palavras para dizer o que quer (pela internet, porque pessoalmente sou tímida pra caramba e nunca sei ao certo o que dizer =3=). E, desde o começo, virei fã de mandar emails gigantes toda santa semana, sempre que algum cast saía (sabem a Adriele Evangelista, lááááááááááá daquela época? Então… façam as contas xD). O primeiro que ouvi, “Lutas Impossíveis” (graças ao Animania Club), marcou o começo desse hábito. E, como se não bastasse, as coisas que eu escrevia eram regadas às dorgas mais pesadas possíveis (sério, relendo meus emails antigos, sinto a vergonha me dominar…  pessoal, por favor, me desculpem por obrigar vocês a ler essas bagaças. >_<).

Fiquei assim por um bom tempo, sendo apenas uma fã. Talvez uma das mais estranhas, é verdade, mas ainda assim apenas uma fã. E, então, descobri as formas de interação que o site oferecia: o chat do MSN e a Shoutbox. Isso foi mais ou menos em maio de 2010, já. Eu estava na época mais tensa do semestre mais tenso da minha vida (em vários sentidos – faculdade, estágio, vida pessoal), e acabei sem querer esbarrando com algumas pessoas. Na época, eu não me dei conta, mas agora penso que foi aí que as coisas realmente começaram… Enfim, pela Shoutbox, fui apresentada a duas figuras que assinam como Rodz e Tio Panda. Quem são eles? Ah, só uns randoms a mais por aí, ninguém importante… xDD

…brincadeirinhas estúpidas à parte, eu me lembro que de cara já gostei de conversar com eles. Os dois eram divertidos e bem-humorados, e pouco a pouco ia se tornando um hábito aproveitar os tempinhos livres entre as aulas, fugir para o laboratório de computação e dar um oi a eles. Claro, algumas outras pessoas apareciam de vez em quando, mas esses dois eram onipresentes.

Aí venho junho. Junho foi uma época problemática em todos os aspectos, mas também muito divertida. Foi a época de discutir a E3 e a Copa do Mundo com eles (na época eu era tão gamer-de-fim-de-semana e noob em futebol quanto sou hoje, mas ainda assim adorava acompanhar e discutir sobre os dois xD). Foi nessa época também que conheci a terceira pessoinha marcante nessa jornada, Fernanda Fofonca (que colocará um cutelo no meu pescoço se eu trollar seu sobrenome… xD), que também tem uma veia para emails gigantes (dúvidas? Ouçam a leitura de emails da cast número 42), e que trouxe um pouco de kawaiizismo à shout (porque, né… o Rodz, o Panda e eu num mesmo lugar não é exatamente a imagem da fofura… xD).

Sumi durante julho, e entre agosto e outubro continuei desse jeito. Teve também uma época meio obscura para o site, ele caía toda hora, havia um monte de problemas… quem frequentava o AFS desde essa época vai se lembrar. Aí desenvolvemos o shoutmail (conversar por emails pode parecer esquisito, mas de certa forma é até divertido… xD), para não perdermos contato. E íamos acompanhando o desenrolar das coisas… ou simplesmente compartilhando playlists ou ouvindo casts juntos. É. xD

O que aconteceu daí em diante, eu não sei explicar. Só sei que, de repente, éramos todos amigos. Não dá pra explicar direito quando essas coisas começam, mas eu sei que já gostava dessas pessoas. Muito. As primeiras piadinhas internas foram surgindo (chicotes… os mil sobrenomes diferentes…), e outros personagens importantes dessa história foram aparecendo daí em diante, como o Rafa (meu parceiro de fanboyzismo pela Square Enix), o Kiba (piadinhas óbvias com o apelido e historinhas que envolviam – ou melhor, que não envolviam roupas), o Jon (e seu “D:” eterno e com mais significados do que qualquer outro emoticon que eu conheça) e o Mugi (que aparecia e sumia de tempos em tempos). Pessoas muito especiais, de verdade. E tudo isso graças a uma janelinha de chat mais bugada que emulador de PSP, mas que se tornava incrivelmente épica quando essas pessoas apareciam e se juntavam lá. Infelizmente, não pude estar em nenhum dos encontros organizados por eles, mas no primeiro deles eu fui… hum… “representada” lá.

(É. Essa desenhada na plaquinha sou eu. xD)

E então, surgiu a chance. Foi revelado ao mundo o talento da Fer, através da sua review épica de School Days, que serviu como a oficialização do mito de Kotonoha-sama como nossa padroeira e protetora, e do Panda (a primeira pessoa a me convencer a querer ver um dorama – apenas querer, por enquanto, porque assistir mesmo, até agora nada xD). E eu fui pedir humildemente para participar também, com uma review de Count Cain (uma aula de “como-se-faz” para QUALQUER história envolvendo mordomos, btw). Foi aí que aprendi que o WordPress é uma forma simples de fazer uma pessoa pagar pelos seus próprios pecados (=3=). Mas, mais importante que isso, eu podia dizer “uau, EU FAÇO PARTE DISSO AGORA!”. A sensação é muito boa, falando sério. Você é fã de uma coisa e, de repente, pode ajudar a construí-la. E isso não tem preço.

E aí vieram os primeiros comentários, e a necessidade de continuar naquele nível. E, com isso outros reviewers também surgiram na nossa história, como o Alchemist (que, claro, tinha que escolher logo TM8.0, um dos meus animes favoritos, pra começar). Agora, tínhamos mais uma coisa para nos unir. Escrevíamos sobre coisas das quais gostávamos, trocávamos idéias, revisávamos os textos uns dos outros, ajudávamos as amiguinhas noobs a decifrar o sistema de postagens (né, Seiji? Quantas vezes eu precisei te pedir socorro, desde então? xDD)… Mais do que isso, fazíamos algo para fãs, como nós próprios éramos… E, nisso, colocávamos um pouquinho de nós mesmos em cada texto, em cada postagem. E, de pouquinho em pouquinho, meio que mostrávamos aos leitores quem éramos.

E, desde então, com idas e vindas, sumiços e reencontros, personagens novos aparecendo, um casal se formando (não que alguém realmente duvidasse que isso iria acabar acontecendo, claro xD), o surgimento de famílias e clãs (e dos meus filhos, claro – que são lindos, e quem não concorda que faça o favor de ir catar coquinhos u_u), a passagem de reviewer a colunista-pseudo-historiadora-e-pesquisadora-que-nas-horas-vagas-defende-o-lado-random-da-vida-e-que-já-foi-chamada-de-fangirl-maldita-de-FMA (não. EU NÃO ME ESQUECI DISSO. =3=)… aqui estamos. Chegamos, então, ao aniversário de dois anos do site. Dois anos de vida do site, e pouco mais de um ano e meio desde que eu o conheci.

O que mudou de lá para cá?

NADA. Absolutamente nada. O sentimento é exatamente o mesmo. Continuo sendo random ao extremo, continuo falando bobagens da mesma forma… e, principalmente, continuo amando fazer parte disso. Como fã, como parte do time, como tudo. E devo isso às pessoas que me acompanharam durante esse tempo, e que tornaram esse trajeto incrivelmente divertido. Sem eles, sem cada uma das pessoas que durante esse tempo leu, comentou, perguntou… sem as discussões, sem os debates, sem as trollagens, sem as brincadeiras, nada disso teria sido tão rico e interessante. E, pelo menos para mim, tudo isso valeu muito a pena. E é por isso que é uma honra e um privilégio poder fazer parte disso, principalmente porque me juntei a uma equipe incrível, à qual devo minha amizade, meu carinho, meu respeito e minha admiração. Sempre.

É por isso que encerro essa história dizendo: MUITO OBRIGADA. Por tudo. E espero que, quando chegarmos ao terceiro aniversário (e não formos demitidos até lá xD), olhemos para trás e tenhamos muitas outras grandes lembranças e histórias para acrescentar aqui. A todos os que tornaram isso possível, a todos que nos acompanham, que nos apoiam, que lêem, que comentam, que conversam conosco… só posso agradecer. É isso que o AFS – e, mais especificamente, o Departamento Editorial, “o melhor de todos os departamentos editoriais de toda era” (é, Panda, peguei sua frase na cara-de-pau mesmo, porque é a melhor definição de todas! 8D) – representa para mim, um lugar com gente doida demais, com quem a gente briga, e ri, e desabafa, e joga conversa fora… Enfim. Um lugar no qual me sinto realmente em casa. ^^

E, só pra dizer. Dominação mundial é para fracos, o negócio é dominar o universo e eventuais multiversos escondidos por aí! ;D

P.S.1: Esse texto conseguiu ser mais tenso de escrever do que as últimas quatro colunas juntas. >_< Não é exatamente fácil pra mim expressar sentimentos dessa forma, então me desculpem por qualquer coisa…

P.S.2: Se eu não citei alguém, me desculpem, por favor. Eu sou cabeça-de-vento. =3= Tenho a sensação de que esqueci de incluir muita coisa legal aí, mas tenho uma memória digna da Dori (Procurando Nemo)… ¬¬’

P.S.3: Erika Karisawa é mítica e ajuda a levar o amor fujoshi ao mundo. É. Falei mesmo. ù_ú (O pior é que eu realmente não gosto de Shizaya, mas a imagem era tão epic win que eu não podia deixar de colocar! xD)

P.S.4: Desculpem as imagens retardadas (a única que salvou foi o banner da cast do início e a foto daquelas pessoas bonitas com a plaquinha xD). Tentei escolher algumas que deixassem o texto divertido e descontraído, mas acabou saindo… bem… isso. =P

P.S.5: Comentem, comentem muito!!! E me procurem, também, a página da staff tem as minhas redes sociais todas, então espero vocês lá! Até mais! ;D

 

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