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Review: Ghost Hunt

Ghost Hunt é uma história criada por Fuyumi Ono e lançada como Light Novel com 8 volumes publicados entre 1989 a 1992, e 2 volumes em 1994. Em 1998, a história virou um mangá escrito por Shiho Inada, publicada em Kodansha. Posteriormente, no final de 2006, o anime foi lançado com 25 episódios pelos estúdio JC Staff.

A série relata a história da Shibuya Psychic Research Center (SPR), um escritório de investigação sobre ocultismo e outros assuntos espirituais. Criado por Shibuya Kazuya, o escritório é muitas vezes contratado para análise, investigação e resolução de vários casos perturbadores de origem sobrenatural. Usando inicialmente de métodos científicos, o grupo consegue determinar que os casos não tem origem natural e usando de conhecimentos na área, usam-se técnicas em várias vezes sobrenaturais para a resolução dos casos.

O escritório é formado principalmente por seu criador Shibuya Kazuya, o seu assistente Koujo Lin e a outra assistente Taniyama Mai, apresentada no primeiro arco e contratada ao fim dessa história. O escritório ainda apresenta outros colaboradores, cada um especialista em uma área do sobrenatural.

Personagens:

Shibuya Kazuya (Naru) – criador da SPR, pesquisador, extremamente inteligente e uma pessoa fria. Possui um vasto conhecimento do sobrenatural mesmo sendo uma pessoa jovem. Apesar de ser japonês, foi criado no exterior, e retornou posteriormente ao Japão onde criou a SPR. Tem o apelido de Naru, apelido dado a ele por Mai, que é uma abreviação de Narcisista. Graças à sua capacidade analítica e ao seu conhecimento, nas investigações ele consegue descartar várias possibilidades das causas sobrenaturais relacionadas aos casos, até chegar à causa mais provável. Depois disso, ele sabe usar o melhor método para solucionar o caso.

 

Taniyama Mai – É uma estudante colegial. É apresentada no primeiro arco da história, inicialmente brincando com o sobrenatural com as suas amigas até ser descoberta por Naru. Após um acidente que ele esteve envolvida onde o assistente acabou se machucando e ela quebra uma câmera da SPR, Mai acaba tendo que trabalhar na investigação da SPR nesse caso. Sem conhecimentos da área sobrenatural, ela testemunha vários acontecimentos e acaba se interessando um pouco mais na SPR, especialmente pelo Naru já que se apaixonou por ele. Inicialmente, aparentando ser uma pessoa normal, descobre-se que ela tem poderes de clarividência que lhe são revelados em seus sonhos por uma figura semelhante ao Naru. Como ela é órfã, o diretor da escola permite que ela trabalhe para poder se sustentar, dessa forma ela trabalha na SPR como assistente do Naru.

 

Koujo Lin – De origem chinesa, mais precisamente de Hong Kong, ele é o principal assistente do Naru e é também seu guardião. Além disso, ele é um Onmyoji, um sacerdote especializado no ocultismo. Em vários momentos, suas habilidades mostraram ser úteis na resolução dos casos. Vive o tempo todo reclamando que não gosta dos japoneses, especialmente por causa dos conflitos passados entre Japão e China. Não gostava da Mai no início, até por ela parecer infantil e não confiável, mas com o tempo passa a tolerar ela.

 

Takigawa Hosho – Monge Budista, ou melhor ex-monge pois não pertence a mais nenhum templo, simplesmente porque seu modo de vestir e seu trabalho diário não condizia com os hábitos de um monge. Dessa forma, foi expulso do templo. Dono de um grande conhecimento em sua área, age de várias vezes como um protetor, por isso é uma pessoa que as pessoas confiam bastante na SPR.

 

Matsuzaki Ayako – é uma mikko, mas possui um estilo de vida mais atrevido, e agitado, ao contrário do esperado de uma mikko. Isso se deve porque apesar de ser uma mikko ela não cresceu em um templo. Alega que muitas coisas são provocadas por um espírito do mal e tenta exorcizar eles, mas suas tentativas são em vão. Embora não aparenta ser útil, mais à frente revela que ela tem grandes poderes, somente estavam usados nos ambientes errados. Ela gosta do Naru, e gosta de provocar a Mai, embora ele não demonstre nenhum sentimento.

 

John Brown – é um jovem padre, criado na Austrália. Suas técnicas de exorcismo são as mais eficientes de todo o grupo, até porque não causa danos físicos na pessoa possuída. Em suas técnicas de exorcismo ele lança água benta e lê passagens da bíblia enquanto executa seu ritual. É uma pessoa que todos tem confidência, apesar de seu sotaque que muitos consideram engraçado.

 

Hara Masako – É uma jovem médium e capaz de sentir espíritos mais facilmente que os demais membros da SPR. Ela gosta do Naru e por isso tem ciúmes da Mai, porque ela vive boa parte do tempo ao lado dele. É uma pessoa reconhecida publicamente como grande médium, por isso vive aparecendo em programas de TV dando conselhos e observando situações sobrenaturais.

Críticas:

Bom, Ghost Hunt é uma série dividida em arcos, ou melhor, histórias de acontecimentos sobrenaturais que levam de 3 a 4 episódios para serem apresentados e resolvidos. A série foca bem em cada caso, muitas vezes com um clima perturbador, instigando o espectador a entender a natureza de cada caso. Não há muitos absurdos na série, e a forma como cada caso é apresentado e resolvido faz com que o anime se torne interessante.

A parte gráfica de fato é um principais fatores que contribuem para provocar os espectadores. Como uma espécie de ensaio ou experimento, o anime apresenta vários momentos de cenas tensas, cortes nas imagens e flashs, tremidas na câmera e cenas em preto e branco, o diretor do anime tenta brincar com a imaginação do espectador tentando recriar os ambiente de filmes de terror. Algumas vezes ele falha nisso, em outros ele acerta o ponto. Não que essa idéia seja inovadora, mas até que de certo modo funciona para chamar a atenção do público.

A série também tem a proposta de apresentar os diversos personagens da agência, representados nas religiões existentes do Japão, e uni-los em um grupo. Por isso o grupo é composto por um monge budista, uma sacerdotisa xintoísta, um padre, além do Onmyoji, da médium e da vidente. Contudo, talvez peca um pouco nisso, pois não há exatamente uma profundidade neles. Não por isso a série deixe de ser boa, mas é curioso e às vezes irritante imaginar que eles contribuem mais como uma improvável união entre grupos diferentes, unidos com um mesmo objetivo do que exatamente serem peças importantes para resolução dos casos. Isso eu digo por que quem tem a solução exata para todos os problemas seja sempre o Naru, e que os demais personagens acabam sendo mais ferramentas para o líder do grupo.

Enfim, o anime é bom. Ele possui uma natureza mais oculta, que desvenda vários problemas e origens de alguns problemas sobrenaturais. Cada caso apresentado é curioso de ser observado e o espectador fica curioso na forma que o protagonista Naru analisa cada detalhe, e acha a melhor solução para o problema. Além disso, o anime mesmo com sua natureza sombria apresenta personagens Moe, e existe a tensão romântica entre a Mai e o Naru, que boa parte dos espectadores espere que se concretize, mesmo isso não sendo o objetivo da série. E mesmo com as diferentes religiões sendo apresentadas, cada um com seu representante, é curioso ver a forma como cada um tem a sua visão do problema e a respectiva solução, mesmo que no fim sejam desmitificados pelo protagonista. Por isso, assistam o anime e tirem também as suas próprias conclusões.

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Sobre Anime Freak Show

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  1. Véi! amo esse anime! pq nn tem mais eps? é melhor do mundo!

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