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[Review] Harvest Moon: The Tales of Two Towns


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Beleza pessoal? Nesse meu texto de estreia trago uma review de um dos jogos da franquia Harvest Moon. Essa é a minha franquia favorita, e polemizando, já digo que acho melhor que Pokémon!

Harvest Moon: The Tales of Two Towns foi lançado em 2012, pela Natsume e trouxe várias novidades, tornando a experiência criada pelo game mais interessante. Foi também um ponto de transição, pois é o último jogo a ser lançado para o Nintendo DS. O lançamento seguinte, Harvest Moon: A New Beginning e todos os outros que virão, serão exclusivos do Nintendo 3DS. Minha experiência foi com a versão em 3D. Bom, vamos começar pelas novidades desse game. Já no começo temos uma bem grande: agora é possível escolher entra um personagem homem ou mulher, coisa que não acontece nas versões mais antigas. Obviamente, dependendo da escolha, a história do jogo muda.

Feita a escolha do sexo do personagem, é mostrada a introdução de como ele/ela acaba começando a cuidar de sua fazenda. Aqui já temos uma diferença e novidade. Nos antigos jogos da franquia, a fazenda era uma herança de família, mas nessa versão são duas terras em desuso. Sim, duas! Como o próprio nome do jogo indica, esse game trás a opção de escolher entre viver em duas cidades: Bluebell e Konohana.

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Enredo

O jogo só começa para valer depois da escolha de moradia. Não se preocupe, pois mesmo escolhendo alguma cidade, é possível pode perambular entre as duas e conversar sem problema nenhum com os habitantes. Você pode morar em Konohana e se casar com alguém de Bluebell, por exemplo.

Durante as primeiras etapas do jogo, é necessário atravessar uma montanha para visitar a cidade vizinha, pois o túnel que liga as duas cidades foi fechado pela deusa da colheita graças às brigas constantes entre os habitantes, rivalidade de cidade é coisa séria… No enredo atual, as duas cidades vivem em pé de guerra, devido à famosa briga do “o meu é melhor que o seu”; cabe ao jogador trazer a paz novamente entre as cidades. E é com esse enredo simples que você entra na história. Aprendendo a cuidar do seu pedacinho de chão.

Conforme o tempo vai passando, você vai ganhando mais dinheiro e com isso pode investir na sua fazenda, e, ao mesmo tempo em que toca o seu negócio, vai fazendo amizades com as pessoas das cidades e ganhando os corações das moças ou rapazes… Afinal, ninguém vive sem amor.

Objetivo

Além do tradicional, (expandir a casa, casar e ter um filho) The Tales of Two Towns, apresenta um novo desafio: a já mencionada paz entre Bluebell e Konohana, culminando na abertura do túnel que as liga. Para isso, é necessário vencer continuamente todos os festivais onde as cidades competem entre si.

E aqui temos mais uma novidade. Fora os já tradicionais eventos de competição de culinária (sim, você pode e deve cozinhar, pois terá que se alimentar para não desmaiar de exaustão, perdendo assim um dia inteiro de trabalho); melhor produto e melhor animal (adubar e regar continuamente os vegetais, além de conversar, limpar e deixar os animais passearem para ficarem felizes; é um requisito mínimo para elevar o status dos seus produtos); ainda existem as novíssimas competições de quem pesca o maior peixe, quem pega o maior número de gafanhotos possível e outros tantos que representam um pouco mais das próprias tradições japoneses durante determinadas estações do ano. Para cada 1º lugar alcançado, a barra de harmonia entre as cidades aumenta, e, a cada coração atingido, um pedaço do túnel é liberado.

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Jogabilidade

Para quem está acostumado a jogar Harvest Moon a jogabilidade permanece a mesma. Os fazendeiros de primeira viagem podem estranhar um pouco no começo, mas logo se acostumam graças à grande intuitividade dos comandos. Sem contar que o jogo oferece um pequeno tutorial explicando como limpar o terreno, arar a terra, plantar, regar e, conforme o jogador avança, tirar o leite, tosquiar a ovelha, limpar o animal e por ai vai.

Cidades

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Bluebell (esquerda): caracterizada pelo estilo europeu, essa cidade é conhecida pelos seus animais. Então, caso você tenha preferência por criar animais no começo do jogo, essa é a escolha certa.

Konohana (direita): em contrapartida a Bluebell, aqui encontramos o tradicional estilo japonês. A cidade parece ter parado no tempo dos lordes feudais e seus habitantes mantêm as vestimentas tradicionais. Cidade ideal para começar o jogo caso prefira plantar (e também se for muito fã do Japão. Eu escolhi essa).

Casamento

Nesse quesito não temos muita diferença entre os outros games da franquia. É necessário ter o nível máximo de coração com o pretendente e a cama de casal, que só é vendida depois que a casa já está na terceira expansão. Basicamente, ninguém vai casar com um pé-rapado.

A inovação aqui é a necessidade de conseguir abrir todos os “eventos do coração” da pessoa escolhida. Esses eventos variam muito dependendo de quem o jogador escolhe para casar, e acontecem sempre que chega a hora de aumentar o nível de afinidade. Mas deve-se ficar atento. Todos os eventos apresentam diálogos e o jogador precisa escolher a resposta certa! Do contrário, ao invés do nível de afinidade subir, irá cair. Se você está acostumado a jogar Visual Novels, não vai se sair mal aqui.

Caso esteja jogando com o personagem feminino, poderá receber o pedido de casamento. Mas para recebê-lo são necessários os mesmos requisitos.

O filho virá conforme o tempo e nessa edição é possível ter uma menina, o que não acontecia em jogos anteriores… No estágio final de crescimento, seu filho andará pela fazendo durante a tarde, mas não irá te ajudar com o trabalho. No máximo vai cozinhar uma coisa ou outra (com isso você vai parar de reclamar quando seus pais pediam para ajudar nos serviços domésticos, pois estará na pele de um pai que possui uma criança “inútil”, hehe).

 

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As solteiras (*nomes da versão em inglês)

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Os solteiros (*nomes da versão em inglês)

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2D x 3D

Os efeitos 3D do game são bem feitos e em certos momentos, como o caso da competição de pesca, bem legais de serem usados. Mas, no geral, são dispensáveis. Para não ficar com dor de cabeça, ter que jogar em uma posição determinada (dependendo da posição o efeito é anulado), ou acabar com a bateria do seu portátil, é aconselhável jogar com o 3D desativado e usá-lo apenas em determinadas ocasiões, se achar necessário.

Vale?

Em suma, The Tales of Two Towns é um jogo muito divertido que irá render horas de entretenimento (o negócio vicia), onde o jogador poderá focar em diversas coisas além de casar e ter filhos. Recomendo o jogo para aqueles que quiserem ter um primeiro contato com o estilo de jogo de Harvest Moon. E para instigar mais ainda, fiquem com alguns vídeos:

  • Trailer EUA
  • PV
  • CM

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Sobre Lucas Cachoni

Himono-otoko, apreciador de cuttura japonesa, cerveja e doces. Vidrado em baseball, football e idols.

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  1. parabens, tudo muito bem explicado, comprei o harvest moo a dois dias sem olhar nada dele na internet, e p falar a verdade o jogo e muito bom, viciante igual ao bac to nature q jogo ate hj kkk…

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